2 de março de 2011

Energia menos cara, PIB mais robusto

O Brasil poderia agregar uma “Argentina” inteira a sua economia, consolidar o crescimento industrial e ampliar a atratividade de novos investimentos nesta década se melhorasse as condições de fornecimento da energia e diminuísse o custo do insumo.

As medidas para se alcançar esse objetivo referem-se principalmente ao tratamento a ser dado à energia de usinas cujas concessões vencem nos próximos anos e à redução de encargos setoriais; e permitiriam o acréscimo de R$ 695 bilhões ao Produto Interno Bruto(PIB) nacional até 2020. A cifra, equivalente à produção de bens e serviços do país vizinho, faria com que o PIB brasileiro superasse os R$ 6 trilhões no fim desta década.

Leia a íntegra deste artigo de Eduardo Carlos Spalding, conselheiro da Abrace publicado no Valor Econômico aqui.

Nenhum comentário:

Postar um comentário