17 de janeiro de 2011

Entidades parceiras do PEC estão no dia a dia dos brasileiros

As entidades que subscrevem o PEC acreditam que a defesa da oferta de energia a preços competitivos é uma questão não apenas do setor energético, mas nacional. Mesmo porque suas associadas, além de pertencerem a diferentes áreas da indústria produtiva (como alumínio, cloro/soda, cimento, siderurgia, petroquímica, papel e celulose, vidros, fertilizantes, ferroligas, mineração, têxtil e gases), são responsáveis pelo emprego direto e indireto de milhões de brasileiros. Seus produtos integram o cotidiano dos cidadãos e contribuem decisivamente para o bom andamento da economia brasileira.

Ao se adotar as propostas do PEC apenas para o setor elétrico, todos os setores ganhariam. Dois exemplos: em 2020 o PIB nacional em 2020 atingiria R$ 5,9 trilhões e a renda per capita do brasileiro passaria de R$ 25,9 mil ao ano no cenário de continuidade para R$ 29,3 mil no de aperfeiçoamento.

Riscos – Segundo Paulo Pedrosa, presidente-executivo da ABRACE, o objetivo do PEC é diagnosticar e sugerir medidas para evitar uma possível desestruturação da cadeia industrial brasileira. “Em alguns setores, o custo da energia no processo industrial supera os 30%. Diante dos custos elevados, várias indústrias estão postergando investimentos ou transferindo processos produtivos para fora do País. Ou seja, estamos perdendo competitividade e isso pode levar a uma desestruturação da indústria”, afirma Pedrosa.

O presidente-executivo da ABRACE explica também que, caso o governo resolva adotar o cenário de aperfeiçoamento proposto no PEC, o aquecimento e a movimentação da economia gerariam aos cofres públicos uma receita adicional em impostos e contribuições que compensaria, com sobras, a perda de receitas resultante da redução de encargos sobre a energia.

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